Between sides.
domingo, 25 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
I would if i could...
Hello world
Hope you're listening
Forgive me if I’m young
For speaking out of turn
There’s someone I’ve been missing
I think that they could be
The better half of me
They’re in the wrong place trying to make it right
But I’m tired of justifying
So i say you’ll..
Come home
Cause I’ve been waiting for you
For so long
And right now there's a war between the vanities
But all i see is you and me
The fight for you is all I’ve ever known
So come home
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
365 + 365

Grief may be a thing we all have in common, but it looks different on everyone.
It isn't just death we have to grieve. It's life. It's loss. It's change.
And when we wonder why it has to suck so much sometimes, has to hurt so bad... The thing we gotta try to remember is that it can turn on a dime.
That's how you stay alive, when it hurts so much you can't breathe, that's how you survive. By remembering that one day, somehow, impossibly, you won't feel this way. It won't hurt this much.
Grief comes in its own time for everyone, in its own way. So the best we can do, the best anyone can do, is try for honesty.T he really crappy thing, the very worst part of grief is that you can't control it.
The best we can do is try to let ourselves feel it when it comes.
And let it go when we can.
The very worst part is that the minute you think you're past it, it starts all over again.
And always, every time,
it takes your breath away.
"Up above the world so high, everything you loved and every time you try, everybody's watching and everybody cry.
Goodnight, keep travelling well."
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Collide

I'm quiet you know
You make a first impression
I've found I'm scared to know
I'm always on your mind
Even the best fall down sometimes
Even the stars refuse to shine
Out of the back you fall in time
I somehow find you and I collide
Don't stop here
I lost my place
I'm close behind
Even the best fall down sometimes
Even the wrong words seem to rhyme
Out of the doubt that fills your mind
You finally find you and I collide
(...)
terça-feira, 22 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Positive Vibes
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Blackout
terça-feira, 7 de julho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Uma linda canção pra mostrar
(...)
Dreadlocks longe estão dos seus valores
Sinais dos pobres homens e suas cores
Mas a música que te faz
Ser feliz pra mim é demais
E os segredos assim se revelarão
E os receios só se quebram
(...)
Natiruts - Eu e ela
Dreadlocks longe estão dos seus valores
Sinais dos pobres homens e suas cores
Mas a música que te faz
Ser feliz pra mim é demais
E os segredos assim se revelarão
E os receios só se quebram
(...)
Natiruts - Eu e ela
quarta-feira, 10 de junho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O Circo.
Sinceramente, não sei como cheguei a isto.
Não sei como cheguei ao estado de querer e não querer, de andar sistemáticamente na linha que separa o querer do poder. Era tudo mais fácil se estar no meio, signifcasse ter ambos, poder ser ambos, mas não.
O conceito de vida, quando se criou a si próprio, prometeu ter como legenda o sinónimo dificuldade e complicação. E digo isto porque realmente, não, nem sempre somos nós que complicamos. Antes pelo contrário.
Tenho a tendencia para me desiquilibrar, por mais que tente que isso não aconteça.. é quase humanamente impossível.
Li um texto que falava em timming, sim, o teu, e fico a pensar nisso. Quando é que é o timming certo para fazer alguma coisa, para ser alguém diferente, para ter a oportunidade.. para mudar uma ideia, para avançar, para mudar, para conseguir.. Começo a achar que não existe um momento certo, não existe timming, não existe nada para além da linha, fina e frágil em que andamos, todos os dias, que divide sempre alguma coisa.
Eu continuo assim, no meu trapézio, a espera de outras hipóteses, que sei que existem mas que não quero, e por isso continuo..
E sinceramente continuo sem saber como cheguei a isto, mas também não quero voltar atrás, se é que percebes. Porque quando há memórias há tudo, por pior que seja, aquele momento vale para um mísero segundo de bem estar. E enquanto andarmos sobre um fio, e tivermos o fim de um lado e um abraço do outro, parece que vale a pena, mesmo que nunca se venha a descobrir a verdade, ou no que vai dar.
É preciso respirar fundo, aceitar o sol e os dias de nevoeiro e esperar. O tempo é sempre o nosso melhor amigo. É aquele que nos leva para o futuro, que eventualmente terá outra linha, e nós, nunca vamos deixar de fazer da vida o circo que é.
Temos é de estar atentos, a ver se puseram uma rede por baixo de nós.
Não vá a gente cair.
Não sei como cheguei ao estado de querer e não querer, de andar sistemáticamente na linha que separa o querer do poder. Era tudo mais fácil se estar no meio, signifcasse ter ambos, poder ser ambos, mas não.
O conceito de vida, quando se criou a si próprio, prometeu ter como legenda o sinónimo dificuldade e complicação. E digo isto porque realmente, não, nem sempre somos nós que complicamos. Antes pelo contrário.
Tenho a tendencia para me desiquilibrar, por mais que tente que isso não aconteça.. é quase humanamente impossível.
Li um texto que falava em timming, sim, o teu, e fico a pensar nisso. Quando é que é o timming certo para fazer alguma coisa, para ser alguém diferente, para ter a oportunidade.. para mudar uma ideia, para avançar, para mudar, para conseguir.. Começo a achar que não existe um momento certo, não existe timming, não existe nada para além da linha, fina e frágil em que andamos, todos os dias, que divide sempre alguma coisa.
Eu continuo assim, no meu trapézio, a espera de outras hipóteses, que sei que existem mas que não quero, e por isso continuo..
E sinceramente continuo sem saber como cheguei a isto, mas também não quero voltar atrás, se é que percebes. Porque quando há memórias há tudo, por pior que seja, aquele momento vale para um mísero segundo de bem estar. E enquanto andarmos sobre um fio, e tivermos o fim de um lado e um abraço do outro, parece que vale a pena, mesmo que nunca se venha a descobrir a verdade, ou no que vai dar.
É preciso respirar fundo, aceitar o sol e os dias de nevoeiro e esperar. O tempo é sempre o nosso melhor amigo. É aquele que nos leva para o futuro, que eventualmente terá outra linha, e nós, nunca vamos deixar de fazer da vida o circo que é.
Temos é de estar atentos, a ver se puseram uma rede por baixo de nós.
Não vá a gente cair.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
1/4 de 100

Quem te apurou?
Como os anos passam por nós
É ver o tempo deixar-nos sós
E esperamos
Que justifiquem ou que nasça pelo menos alguma razão
Ao motivo pelo qual cede o corpo então
Aos anos
Sinto mais do que preciso
Perco a voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais
Algo melhorou!
Ficámos sábios… pelo menos aos olhos dos outros
Ser responsável compete a poucos
A bem poucos....
Não dependemos, daqui para a frente, de ninguém
Quer dizer… O sexo agora implica quase sempre alguém
E Ainda bem..!
Sinto mais do que preciso
Perco voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais
Não choro as partes q estão para trás
Não concluo
O meu tempo não é uma canção
Que tem quase sempre rima certa, métrica e refrão
E esta acabou.
Para Para Parabéns,
Para Para Sempre, Love you
*
xD
sábado, 9 de maio de 2009
É a duvida que resta,que me leva a perguntar...
qual papel sera o meu?
o de quem nada faz?
embora doa, nada fiz para mudar.
embora doa, nada vai mudar.
e revemos nas imagens que não passa de um esboço...
escolhem os senhores da guerra os motivos a seu gosto...
embora doa, nada fiz para mudar.
embora doa, nada vai mudar.
porque nada surprende.
já vivemos com o medo.
quem nos chama a razão?
ao som de armas adormeço...
embora doa, não me faz perder o sono.
embora doa...
escorre sangue pelo ombro em directo na tv
explode a carne em mãos de quem nada fez
embora doa, não me sujo desse sangue
embora doa, ha sempre outro canal
Klepht - Embora doa
terça-feira, 28 de abril de 2009
Sparks

Did I drive you away?
I know what you'll say.
You'll say, "Oh, sing one we know"
But I promise you this,
I'll always look out for you.
That's what I'll do.
And sing "oh"
I'll sing "oh"
My heart is yours.
It's you that I hold on to.
That's what I'll do.
But I know I was wrong,
And I won't let you down.
But I'll sing "oh"
I cry "oh"
Yeah I saw sparks,
Yeah I saw sparks,
And I saw sparks,
Yeah I saw sparks,
Singing out.
Coldplay
Bernardinho e Náná.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Abril
*
So when the fight is over,
And the storm is through,
Now will you pick another?
What will you get into?
So you stand in the corner,
With those boxing gloves on you,
You're old, scared and lonely,
Yeah we've all been there too... uh uh
We've been all there too...
Kiss me, oh kiss me,
If that can make it right.
Try me, find me,
Just throw them on me...
Those failed expectations...
Floods and afflictions you're through.
Cause I just might, take them home with me.
And the cracks in the pavement,
Yeah we've all fell there before,
And bones built into skeleton,
We've all been through that door.
Kiss me, oh kiss me,
If that can make it right.
Try me, find me,
Just throw them on me...
Those failed expectations...
Floods and afflictions you're through.
Cause I just might...
Kiss me, oh kiss me,
Will that make things right ?
Try me, find me,
Just throw them on me...
Those failed expectations...
Floods and afflictions you're through.
Cause I just might...
I just might, take you home.
Kiss me - David Fonseca
domingo, 12 de abril de 2009
Moinhos e Túlipas
domingo, 5 de abril de 2009
Elsewhere

I love the time and in between
The calm inside me
In this space where I can breathe
I believe there is a distance I have wandered
To touch upon the years
Reaching out and reaching in
Holding out holding in
I believe
This is heaven to no one else but me
And I'll defend it long as I can be left here to linger in silence
If I chose to would you try to understand
Oh the quiet child awaits the day when she can break free
The mold that clings like desperation
Oh mother don't you see I've got
To live my life the way I feel is right for me,
Say it's not right for you
But it's right for me
I believe
This is heaven to no one else but me
And I'll defend it long as I can be left here to linger in silence
If I chose to would you try to understand
*
domingo, 29 de março de 2009
Tudo ao molhe..
segunda-feira, 23 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Abana-te
E quando numa aula nos dizem, chega-se aos 27 e ou se casam ou morrem, é claro que é motivo de risota.. ouve-se comentários tipo, o quê? que deprimente! E quem não quiser casar? Que lema de vida e tal, tipo brincadeira.
A verdade é que, no meio da brincadeira, surgiu aquela pergunta, e se eu morresse amanhã? e mais comentários, ai que horror! Claro que não. E esta é a pergunta que toda a gente faz, mas acaba sempre por não responder porque secalhar não há sequer resposta para isso. Sei lá! Tanta coisa.. E no momento em que digo "tanta coisa" percebo o tempo que perco todos os dias no nada, num certo vazio só a fazer tempo para alguma coisa. Acordamos de manhã com pressa porque já estamos atrasados, chegamos a aula a espera que o tempo passe rapidamente, no final estamos cansados, vamos para casa, às vezes vamos tomar um café, dar uma voltinha de carro, e passa mais um dia. O "tanta coisa" que temos para fazer fica para amanhã, porque achamos que temos sempre o amanhã, o depois, as férias da Páscoa, as férias de Verão.. aquele fim de semana..
Deixa-me a pensar se a vida não seria muito melhor se vivessemos todos os dias como se fossem o último. E não estou a dizer isto só porque parece bonito, não, se realmente fizessemos isso, quanto seria melhor?
Ok, voltando a pergunta inicial, se tivesse só hoje para viver, o que fazer? E depois penso que, realmente, seria um dia demasiado deprimente. Sem falar na quantidade de sitios no mundo que quero ir, as coisas que quero conhecer e fazer, a profissão de sonho realizada, ou a familia criada que não ía ter, ía ser especialmente mau por estar longe de tanta gente, TÃO importante. Primeiro pensei, ía para Macau, o que diga-se de passagem, só a viagem ia-me fazer perder metade do dia que me restava, e depois continuava longe de taaaanta gente.. nem sequer me ia poder despedir em condições de partir para sempre.
Enfim, é mesmo aquela coisa de se achar que o tempo espera por nós. Achar que estamos aqui e que, em principio quase de certeza, o mundo nos vai dar oportunidade de disfrutar de tudo..e pensar assim, é viver na absoluta ilusão em que todos vivemos.
Nem sei, não me percebo, nem nos percebo. Somos that stupid, somos mesmo. Precisamos do abanão para acordar para a Vida.
E volto à mesma pergunta.
São oito da noite e hoje foi mais um dia, nada de especial. Se de manhã me tivessem dito que era o último, ia estar com todos que são especiais e estão perto, ia ligar a todos que estão longe a dizer o quanto gostava que tivessem perto. Dava todos os beijos que às vezes não dou e todos os abraços fortes. E sem tentar ser "filosofica" ou "poeta", ía à praia sentir o mar e a areia. Apreciava os cheiros, o vento, o sol e as cores que me porpociona e sei lá, respirava, porque aínda podia.
E que estupidez deixar isto para amanhã.
A verdade é que, no meio da brincadeira, surgiu aquela pergunta, e se eu morresse amanhã? e mais comentários, ai que horror! Claro que não. E esta é a pergunta que toda a gente faz, mas acaba sempre por não responder porque secalhar não há sequer resposta para isso. Sei lá! Tanta coisa.. E no momento em que digo "tanta coisa" percebo o tempo que perco todos os dias no nada, num certo vazio só a fazer tempo para alguma coisa. Acordamos de manhã com pressa porque já estamos atrasados, chegamos a aula a espera que o tempo passe rapidamente, no final estamos cansados, vamos para casa, às vezes vamos tomar um café, dar uma voltinha de carro, e passa mais um dia. O "tanta coisa" que temos para fazer fica para amanhã, porque achamos que temos sempre o amanhã, o depois, as férias da Páscoa, as férias de Verão.. aquele fim de semana..
Deixa-me a pensar se a vida não seria muito melhor se vivessemos todos os dias como se fossem o último. E não estou a dizer isto só porque parece bonito, não, se realmente fizessemos isso, quanto seria melhor?
Ok, voltando a pergunta inicial, se tivesse só hoje para viver, o que fazer? E depois penso que, realmente, seria um dia demasiado deprimente. Sem falar na quantidade de sitios no mundo que quero ir, as coisas que quero conhecer e fazer, a profissão de sonho realizada, ou a familia criada que não ía ter, ía ser especialmente mau por estar longe de tanta gente, TÃO importante. Primeiro pensei, ía para Macau, o que diga-se de passagem, só a viagem ia-me fazer perder metade do dia que me restava, e depois continuava longe de taaaanta gente.. nem sequer me ia poder despedir em condições de partir para sempre.
Enfim, é mesmo aquela coisa de se achar que o tempo espera por nós. Achar que estamos aqui e que, em principio quase de certeza, o mundo nos vai dar oportunidade de disfrutar de tudo..e pensar assim, é viver na absoluta ilusão em que todos vivemos.
Nem sei, não me percebo, nem nos percebo. Somos that stupid, somos mesmo. Precisamos do abanão para acordar para a Vida.
E volto à mesma pergunta.
São oito da noite e hoje foi mais um dia, nada de especial. Se de manhã me tivessem dito que era o último, ia estar com todos que são especiais e estão perto, ia ligar a todos que estão longe a dizer o quanto gostava que tivessem perto. Dava todos os beijos que às vezes não dou e todos os abraços fortes. E sem tentar ser "filosofica" ou "poeta", ía à praia sentir o mar e a areia. Apreciava os cheiros, o vento, o sol e as cores que me porpociona e sei lá, respirava, porque aínda podia.
E que estupidez deixar isto para amanhã.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Em palavras? Ataques de riso e Literatura Universal.
As aulas até estavam a correr bem quando de repente descobrimos que afinal, na quarta-feira, a disciplina de Literatura Universal passou para a tarde. E quando digo tarde, é das 17 as 20. Isto depois de uma disciplina chamado Épocas da Cultura e Mundividência Cristã, que pelo nome, percebe-se que consiste em outras 3 horas de muita teoria.
Pronto, literatura universal, apareçe um tal de Saraiva (que a Mafalda diz que SÓÓÓÓ pode ser primo do outro da televisão) e começa pra lá a falar, da importância das palavras, e que uma imagem claro que não vale mais que mil palavras e blá blá blá, e não sei porque carga de agua, mas pequim e macau também vieram à baila, e como já estou muito cansada de me explicar e de responder a perguntas, fiquei no meu cantinho estilo, han? Macau? Não conheço não.
"Ahh porque sabem, em Macau os chineses gostam muito de pasteis de nata" e não sei quÊ, blá blá blá, às tantas já ninguém sabe o que se está a passar porque já ninguém atinge aquilo. Já ninguém tem capacidade para o ouvir. Passam as folhinhas do programa, e mais outra meia hora de paleio quase, absolutamente desnecessário, que faz com que fiquemos todos com ar de quem passou a semana a drogar-se porque já nem sequer dá pra continuar com os olhos abertos. Entretanto o lugar começa a ficar um bocado desconfortavel, e não há nenhuma posição boa pra se estar, e nisto, a Mafalda começa a escrever no bloco das compras da empregada, uma carta de amor (que são sempre ridiculas), enquanto eu e mais 60 pessoas continuavamos no estado de "por favor tirem-me daqui". Acabou a carta de amor (sim, o Saraiva aínda está a falar) e o jogo do galo e a forca parecem os jogos mais indicados para passar o tempo. Dito e feito. O resultado veio depois, quando de cada vez que uma fazia uma cruz, uma bola, ou adivinhava uma palavra, vinham as lágrimas ao olhos de tanto rir. É _ _ m a p _ _ a de cabelo branco. Enfim. E eu que achava que até ía gostar desta coisa da literatura universal, que secalhar até vou, (hoje é que não) estou um bocado desiludida.
(O problema é mesmo não ter um carro as oito da noite à minha espera, pra não ter de apanhar frio e esperar 20 minutos pelo 203. Se calhar não é do Saraiva nem nada.. )
No fim de aula confirmei à Mafalda que os chineses, realmente, comem muitos pasteis de nata. E não sei porque, isso também foi motivo de riso.
As coisas que a literatura faz. Ai Hamlet, ai Eneida, ai Odisseia, ai biblia sagrada. Aqui vou eu.
Pronto, literatura universal, apareçe um tal de Saraiva (que a Mafalda diz que SÓÓÓÓ pode ser primo do outro da televisão) e começa pra lá a falar, da importância das palavras, e que uma imagem claro que não vale mais que mil palavras e blá blá blá, e não sei porque carga de agua, mas pequim e macau também vieram à baila, e como já estou muito cansada de me explicar e de responder a perguntas, fiquei no meu cantinho estilo, han? Macau? Não conheço não.
"Ahh porque sabem, em Macau os chineses gostam muito de pasteis de nata" e não sei quÊ, blá blá blá, às tantas já ninguém sabe o que se está a passar porque já ninguém atinge aquilo. Já ninguém tem capacidade para o ouvir. Passam as folhinhas do programa, e mais outra meia hora de paleio quase, absolutamente desnecessário, que faz com que fiquemos todos com ar de quem passou a semana a drogar-se porque já nem sequer dá pra continuar com os olhos abertos. Entretanto o lugar começa a ficar um bocado desconfortavel, e não há nenhuma posição boa pra se estar, e nisto, a Mafalda começa a escrever no bloco das compras da empregada, uma carta de amor (que são sempre ridiculas), enquanto eu e mais 60 pessoas continuavamos no estado de "por favor tirem-me daqui". Acabou a carta de amor (sim, o Saraiva aínda está a falar) e o jogo do galo e a forca parecem os jogos mais indicados para passar o tempo. Dito e feito. O resultado veio depois, quando de cada vez que uma fazia uma cruz, uma bola, ou adivinhava uma palavra, vinham as lágrimas ao olhos de tanto rir. É _ _ m a p _ _ a de cabelo branco. Enfim. E eu que achava que até ía gostar desta coisa da literatura universal, que secalhar até vou, (hoje é que não) estou um bocado desiludida.
(O problema é mesmo não ter um carro as oito da noite à minha espera, pra não ter de apanhar frio e esperar 20 minutos pelo 203. Se calhar não é do Saraiva nem nada.. )
No fim de aula confirmei à Mafalda que os chineses, realmente, comem muitos pasteis de nata. E não sei porque, isso também foi motivo de riso.
As coisas que a literatura faz. Ai Hamlet, ai Eneida, ai Odisseia, ai biblia sagrada. Aqui vou eu.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Bom da Vida
O começo de alguma coisa, sempre o começo e não o fim, o começo, as voltas de carro pela marginal depois das duas da manhã, ouvir música aos berros, os dias de sol na praia, os dias de sol, os dias de muito sol, viagens de avião sem turbulência, chegar ao destino das viagens, viagens, ouvir a música que nos fica na cabeça em repete, andar descalça pela casa, ver um filme cheia de mantas no sofá, rir até doer a barriga, rir até ficar sem ar, rir, os beijos sincronizados, aquele olhar que só a melhor amiga percebe, ver a chuva a cair dentro de casa, os abraços de um encontro, as road trips, acordar com o vizinho do lado a tocar Jack Johnson, rebentar uma onda, saltar nos concertos, tomar banho de imersão, ir ao piolho beber favaios, vestir a roupa que ficou no aquecedor, as noites brancas, as manhãs seguintes as noites brancas, as notícias que nos dão a seguir às noites brancas, SÓ as boas, as noites coloridas, as noites de Macau, as noites do Porto, as noites, ir ao Bellini à quarta-feira, ir ao MGM ao sábado, ouvir uma boa notícia, o início dos saldos, o dia 9 de todos os meses quando o dinheiro entra na conta, os 10 euros que encontramos nas calças da semana passada, os pacotes de açucar de Hoje é o Dia, os pacotes de açucar de Inspira.. , o Molhe, as aulas que acabam mais cedo, poder desligar o despertador e continuar a dormir, Domir!, Comer!, surpresas, ler um bom livro, ver um bom filme, ver um filme, ver parte de um filme, fazer filmagens parvas, tirar fotografias, emagrecer, passar a tarde no starbucks, conduzir legalmente, ficar a tarde inteira a ver séries, piadas secas, as passagens de ano, a minha casa, as milhentas horas em casa dos S. João Bosco, os fins de semana em S. Pedro na linha, o café dos Jardins da Parede a jogar o jogo das palavras, o "scone" depois do almoço, os spots de Macau com as pessoas certas, MACAU MACAU MACAU, ouvir o barulho do Grande Prémio durante 3 dias, encomendar uma pizza, receber mensagens que não sejam da "Baca", receber um telefonema 00, passar tardes a recordar, a massa com cogumelos e natas da mãe, a massa com feijão da avó, a revista semanal que o avô compra, MASSA, a Tailândia, partilhar o quarto com os amigos, jantares românticos de amigas, conversas de telefone que duram 2 horas, comprar sapatos altos, dançar samba e comer de borla, as férias de verão, os festivais, o SW, o pão com atum e a sangria do SW, pilipino pood, o ar condicionado do hungry corner, o hungry corner, Karon beach, phuket island view, Koh Samui, poder ir aos Green Mango todas as noites, a Full moon Party com os finalistas perfeitos, as festas de finalistas, andar de banana boat, a marca do bikini quando o bronze é de invejar, a minha estrelinha no tornozelo, andar à chuva, ver as estrelas cadentes de julho deitada na rede, o cheiro a maresia, os jantares de faculdade, fingir que se estuda, ter bons sonhos, encontrar velhos amigos, ler o horoscopo, conversar, o Natal com a familia TODA, as boas prendas, ir prá piscina à noite, comer batas fritas do Sands, Manjecas Focas, música, música, música! As pessoas Peace and Love, as pessoas que se importam, as pessoas que fazem a diferença, as pessoas que querem fazer a diferença, as pessoas que gostam de aprender, as pessoas que se sabem comportar, as pessoas confiantes. As pessoas que são como eu.
A familia Botelho, os amigos, os animais de estimação, o lado bom do Mundo
O mau da vida é mesmo só estar à espera que a Piwi chegue do encontro das maçãs, para que volte a ser outra história, outra conversa, outros risos e depois.. volta ao começo, que é sempre o melhor de tudo.
"Life is not made by every breath we take but of those moments that take our breath away.."
A familia Botelho, os amigos, os animais de estimação, o lado bom do Mundo
O mau da vida é mesmo só estar à espera que a Piwi chegue do encontro das maçãs, para que volte a ser outra história, outra conversa, outros risos e depois.. volta ao começo, que é sempre o melhor de tudo.
"Life is not made by every breath we take but of those moments that take our breath away.."
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Reticências
Dou por mim a ouvir sempre as mesmas coisas, os mesmos conselhos. Dou por mim a ter que responder sempre às mesmas perguntas, e respondo sempre o mesmo.. Percebo as preocupações, percebo o que me dizem, percebo tudo e não quero perceber porque não quero pensar.
Cheguei àquela fase que basta o sentir. O sentir bem. O estar bem, sem saber bem porquê.. mas estar.
Sim, realmente é como um filme a vida que queremos. Um história para contar, uma história ser ouvida, talvez? Uma história. Um filme. Um filme tal e qual, que não mostra as habituais 2 horas deitadas no sofá a olhar o vazio, ou caminho para casa, os 10 minutos à espera do autocarro. Um filme não tem espaço para os pormenores - Que nunca são pormenores - de uma vida. Um filme precisa de ter o tal início, o tal meio, o tal fim, para que se perceba..
Mas até que ponto é que se percebe a vida em si? A vida de alguém? A nossa? Até que pnto é que as nossas acções têm algum impacto ou motivo? É bom poder ficar duas horas sem fazer nada, é bom cometer loucuras só porque sim, só porque nos apetece. É bom, não ter que estar sempre a pensar no que é melhor, o que vai ser amanhã ou o porquê ds coisas. Para quê?
Cheguei mesmo àquela fase, que não me apetece mesmo nada pensar. Só quero deixar rolar o tempo e esperar que algo aconteça, bom, mau, sei lá.. se calhar nada, não interessa.
Também dou por mim a pensar, no caminho para casa, no sentido das coisas. Mais uma vez, percebo sim, que tem de ser um início. A pior coisa é vivr-se agarrado a algo que já não existe, por mais que nos tenha feito feliz.. E esta é a parte em que digo que, 90 minutos não é nada. Um filme não é nada. Não é real. Não quero uma vida com explicações, com um fim daqueles que marcam, assim como os filmes marcam as pessoas que saem do cinema e dizem, Adorei, mas sim um vida de inícios, muitos inícios.
Não sei bem onde estou nos meus 90 minutos de filme. Aliás, não sei mesmo.. Se calhar nem são 90, e o melhor é começar outra curta.
A ver no que dá.
Ah,
O Ben Harper é altamente.
Cheguei àquela fase que basta o sentir. O sentir bem. O estar bem, sem saber bem porquê.. mas estar.
Sim, realmente é como um filme a vida que queremos. Um história para contar, uma história ser ouvida, talvez? Uma história. Um filme. Um filme tal e qual, que não mostra as habituais 2 horas deitadas no sofá a olhar o vazio, ou caminho para casa, os 10 minutos à espera do autocarro. Um filme não tem espaço para os pormenores - Que nunca são pormenores - de uma vida. Um filme precisa de ter o tal início, o tal meio, o tal fim, para que se perceba..
Mas até que ponto é que se percebe a vida em si? A vida de alguém? A nossa? Até que pnto é que as nossas acções têm algum impacto ou motivo? É bom poder ficar duas horas sem fazer nada, é bom cometer loucuras só porque sim, só porque nos apetece. É bom, não ter que estar sempre a pensar no que é melhor, o que vai ser amanhã ou o porquê ds coisas. Para quê?
Cheguei mesmo àquela fase, que não me apetece mesmo nada pensar. Só quero deixar rolar o tempo e esperar que algo aconteça, bom, mau, sei lá.. se calhar nada, não interessa.
Também dou por mim a pensar, no caminho para casa, no sentido das coisas. Mais uma vez, percebo sim, que tem de ser um início. A pior coisa é vivr-se agarrado a algo que já não existe, por mais que nos tenha feito feliz.. E esta é a parte em que digo que, 90 minutos não é nada. Um filme não é nada. Não é real. Não quero uma vida com explicações, com um fim daqueles que marcam, assim como os filmes marcam as pessoas que saem do cinema e dizem, Adorei, mas sim um vida de inícios, muitos inícios.
Não sei bem onde estou nos meus 90 minutos de filme. Aliás, não sei mesmo.. Se calhar nem são 90, e o melhor é começar outra curta.
A ver no que dá.
Ah,
O Ben Harper é altamente.
domingo, 25 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
Yellow
Hoje, apercebi-me que, se calhar, é folha rasgada perdida no tempo. O olhar das estrelas, a ponte entre nós, os mil spots que se criaram com mil fotografias e mais de mil memórias. Não sei bem o que é, o que vai ser. Se uma viagem à Europa, ou a repetição daquele dia de Abril vai fazer algum sentido, não sei.
A única coisa que quero que se saiba é que realmente não sei, não há certezas. Se isso fizer alguma diferença, se esperares por mim, talvez dê, talvez não, não sei.
Continuas nos Top, e vais estar sempre lá, mesmo que o mundo deixe de ser belo e amarelo.
7
A única coisa que quero que se saiba é que realmente não sei, não há certezas. Se isso fizer alguma diferença, se esperares por mim, talvez dê, talvez não, não sei.
Continuas nos Top, e vais estar sempre lá, mesmo que o mundo deixe de ser belo e amarelo.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Vem fazer de conta
Tento ter a força para levar o que é meu
Sei que às vezes vai também um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão
Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti
Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Quando queremos nós ter um sorriso maior..
Sei que às vezes vai também um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão
Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti
Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Quando queremos nós ter um sorriso maior..
sábado, 10 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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